os REINCIDENTES sao uma das maiores instituiçoes espanholas de punk rock.o grupo formou-se em sevilha no ano de 1987 das cinzas de um outro projecto iniciado dois anos antes sob o nome de INCIDENTE LOCAL.com umas diferenças na formaçao e novo nome o grupo foi conquistando palmo a palmo o seu lugar na cena punk espanhola e mais tarde mundial,com especial relevancia na america latina obviamente,devido ás afinidades linguisticas.em 1989 gravam o seu primeiro LP(abreviatura do ingles "long play") o que serviu para os mostrar a um publico mais distante da sua andaluzia natal mas na minha opiniao,tirando um par de musicas,o disco nao convence.2 anos foram mais do que suficientes para os REINCIDENTES nos brindarem com novo disco,e que disco.no album"NI UN PASSO ATRAS"o grupo dá um passo de gigante e desfia hino atras de hino.no 3º disco,editado em 1992,o grupo conserva a formula anterior,consegindo até superar-se,lançando o seu melhor disco.a partir daqui o grupo manteve a atitude mas abrandou na hora de tocar,enveredando por um estilo rock tradicional mais ou menos parecido com os XUTOS & PONTAPÉS...
Formada por antigos membros da extinta banda Inadaptat's. Um som misto de Oi com Hard-Core vindo já dos tempos da antiga banda. Lutam pela independência da Catalunha e contra o fascismo , ambíguos , capitalismo entre outras causas mais do que nobres.
Brigada Oi - Brigada Antinazi Freiboiter - Antifascist Oi! Komintern 43 - Antifascista Siempe. Loikaemie - Good Night White Pride. Vozintierra - Ejercito Antinazi. Los Fastidios - Antifa hooligans. Pidzama Porno - Antifa. Poblers Uniterd - Antifascist Skin. Stage Bottles - Sometimes Antisocial, But Always Antifascist. Oppressed - Fuck Fascism. Oi Polloi - Nazi Scum.
Esta banda do sul teve dois anos de existência e gravaram esta Demo. São Comunistas e como tal Anti-Fascistas , gravaram com grande sonoridade e com grande potencia. Bons temas com boa atitude.
Straight Edge ou não, todo o pessoal ligado à cena Hardcore nacional já ouviu falar de X-Acto! Começarem em 1991 e tornaram-se numa das bandas mais influentes em Portugal. Hoje, mais de uma década passada sobre o fim da banda, continuam a ser uma referência para quem começa a ouvir Hardcore!
01 - I Walk Proud 02 - Too Much Smoke 03 - Powerless 04 - Rape Song 05 - The Pace 06 - Choices 07 - Crime 08 - Direito a Viver 09 - Para o Sol Brilhar 10 - 1995 11 - Vegetarianismo
"As long as flags fly above us, no one's really free"
Aus-Rotten foi uma banda surgida em 1992 em Pittsburgh, Pennsylvania e que se extinguiu em 2001.
Desde o início ao fim da carreira a banda sempre foi marcada pela acção directa e letras bastante políticas. A nível musica atravessaram duas fazes, uma primeira em que o som era o característico do punk/hardcore sem muitas preocupações com a produção.
Depois de uma paragem de algum tempo, voltam com um som mais definido e muito mais proximo do crust.
São considerados uma das bandas mais importantes do anarkopunk, sempre se mantiveram 100% DIY, as músicas eram autênticos manifestos anarquistas pois os Aus-Rotten vivem aquilo que cantam!!!
Os temas principais das suas músicas são o capitalismo, o fascismo, sexismo, direitos dos animais, protecção ambiental, pena de morte, guerra, acção directa, estado policial, entre muitos outros...
A banda voltou a parar novamente e em 2001 acabou defenitivamente. Os seus membros estão em bandas igualmente importantes no punk/crust como Caustic Christ e Behind Enemy Lines.
Mais outro GRANDE exemplo de que a música acompanhada de acção pode ter um papel muito importante!
Não existe melhor maneira para comemorar um ano de existência como esta. Um ano cheio de Concertos , uma media de 2 por mês , 3 cd's lançados mais a participação numa compilação. Começaram em acústico , marcando logo a partida pela diferença e passaram para a distorção fazendo com que a sua musica rache tímpanos.
Juntando boa qualidade de som a grandes letras assim se criaram os artigo 19.DownloadDownload
A Sangre Fria , banda do norte de Madrid , começaram em 2006 e fazem um Oi! misturado com Hard-Core . Esta demo não esta com grande qualidade de som mas espero em breve meter aqui um que eles lançaram a pouco tempo.
Também irão estar em Ourense no próximo dia 14 de Março juntamente com Oi! Se Arma e Matxetazo na Parrotxa num concerto organizado pelo Komando Burundi.
Não há melhor maneira de começar a minha colaboração aqui no Skunk'N Riot do que um post sobre a primeira banda anarkopunk, os Crass.
Em 1967 surgiu em Epping (Essex) a Dial House, uma comunidade anarquista baseada numa quinta. Os seus habitantes eram maioritariamente artistas e estavam ligados a bastantes projetos políticos.
Em 1977 Penny Rimbaud começa a fazer jams com um rapaz que costumava ir la a casa Steve Ignorant. Rapidamente os seus amigos começaram a integrar a banda, nomeadamente Joy De Vivre, Pete Wright, N. A. Palmer, Steve Herman e Eve Libertine.
O seu primeiro concerto foi um festival de rua em Huntley Street (zona norte de Londres). A rua foi okupada e tocaram várias bandas, os Crass deveriam tocar 5 músicas, mas um vizinho desligou o cabo de eletricidade depois de 3 músicas!
Depois de alguns concertos a banda foi tocar ao lendário espaço Roxy, em que a atuação foi um caos devido aos músicos estarem completamente bêbados o que culminou com a banda a ser expulsa do palco.
Devido a este incidente a banda decide mudar, evitam o álcool e drogas antes dos concertos e passam a vestir sempre de preto. Adoptam também um símbolo que passam a usar em todos os gigs desenhado por Dave King (amigo da banda).
Devido a isto tudo a banda começou a ter uma conotação fascista, mas eles responderam que usavam este estilo de roupa uniformizado pois eram contra o culto da personalidade, e tentavam assim que nenhum membro fosse considerado líder da banda.
Este símbolo dos Crass representa vários ícones de autoridade, tais como a cruz cristã, a suástica, a bandeira do reino unido combinadas com uma cobra de duas cabeças que se devora a si própria para simbolizar a idéia de que o poder vai eventualmente destruír-se a si próprio.
A banda foi também pioneira em apresentações multimédia durante os concertos, desde passagem de vídeos feitos por Mick Duffield e Gee Vaucher, como também iluminações.
O primeiro album dos Crass foi o The Feeding of the 5000, editado pela Small Wonder que exigiu que a faixa Reality Asylum que fosse retirada devido ao seu conteúdo. A banda colocou no seu lugar uma faixa de 2 minutos de silêncio chamada The Sound Of Free Speech.
Isto levou a banda a criar a sua editora para poder ter controle total sobre as suas músicas, assim surgiu a Crass Records.
A banda sempre esteve envolvida em questões políticas tais como o anarquismo, feminismo, anti-guerra, anti-consumismo, ambientalismo, etc...
No dia 18 de Dezembro, os Crass coordenaram a okupação durante 24 horas do Zig Zag, um club na zona oeste de Londres. Esta okupação juntou 500 pessoas que queriam provar que a cena undergound do punk podia tomar conta de si própria e que a música podia ser apreciada sem as restrições das corporações multinacionais.
As bandas que actuaram nesse dia foram(ordem segundo o alinhamento desse dia): Faction, D and V, Omega Tribe, Lack of Knowledge, Sleeping Dogs, The Apostles, Amebix, Null & Void, Soldiers of Fortune, The Mob, Polemic Attack, Poison Girls, Conflict, Flux of Pink Indians, Crass e DIRT.
Em 1983 e 1984 fizeram parte das acções Stop the City instigadas pelo núcleo londrino do Greenpeace que hoje em dia são vistas como as antecessoras da grande movimentação anti-capitalista surgida no final do século XX.
Músicas como You're Already Dead falam destas acções e mostram os Crass a abandonar a imagem pacifista que os caracterizava.
Devido à edição do single How does it feel (e por ser um incomodo para o governo britanico) a banda foi levada a tribunal.
A 7 de Julho de 1984 a banda deu o seu ultimo concerto num benefit para mineiros em greve em Aberdare, Gales. Depois disso a banda voltou para a Dial House para concentrar as suas energias noutros projectos.
Crass são a prova que o punk pode e deve ser muito mais que música.
● Brigata ● Ed ● Sid Bichos ● Riot Punx ● xCUNHAx ● Tommy ● Pedro Tiki ● Alf
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