16 de março de 2010

8 de outubro de 2009

ODC (Odeio Di Caprio)



Banda: ODC (Odeio Di Caprio)
Estilo: Hardcore
Local: Rio de Janeiro

Banda formada em 2005 e que ainda tem como proposta protestar contra alguns valores desta sociedade hipocrita.

Barulho influenciado por: Discharge, Misfits,Exploited, Dead Kennedys, Ramones, Bad Religion, D.R.I., Suicidal Tendencies, Wolfbrigade
Ratos de Porão, Cólera, Olho Seco, Lobotomia, Armagedom, Ação Direta,DFC, Grinders...

Contamos com 3 trabalhos (demos) gravados:
01 Odium Live (2005)
02 Auto Ajuda (2009)
03 Cannibals Attack (2009)

Formação:
Baixo - Leo Hunter
Bateria - Dentinho
Guitarra - Rafael Mineiro
Voz - Marcelo Di Caprio

Contatos:
Email: atitudeincontestavel@hotmail.com
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=13233227277262501803
Palco Mp3: http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/odeiodicaprio
Punk Rockers.com: www.punkrockers.com/Odeio Di Caprio



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2 de outubro de 2009

os portuenses ESKIZOFRENICOS vao dar um concerto dia 31 de outubro na CASA VIVA para lançamento do CD "rockers de esgoto".depois dos excelentes concertos que o grupo tem dado,é com grande expectativa que os fas aguardam o sucessor de "na cidade".para quem nao conhece,a CASA VIVA fica no nº 167 da praça marques do pombal,no PORTO.no myspace da banda ja podem escutar 2 temas novos


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27 de setembro de 2009

ENTREVISTA

COM
NOME: Toni
DATA DE NASCIMENTO: 6 de Agosto de 1970
PROFISSAO: Que remédio!
COMO COMEÇOU A TUA LIGAÇAO COM O PUNK?
Através do meu irmão (mais velho) e do seu grupo de amigos, que me invadiram a casa com Bauhaus, Joy Division ou Cure, por um lado, e Dead Kennedys, GBH ou Garotos Podres, por outro. Coisa nunca ouvida até aos meus 15 anitos. Apaixonei-me pela energia, pela crueza, pela vontade de fazer e dizer sem grandes preocupações estéticas e, pouco tempo depois, acabei por vender na Vandoma os Dire Straits e afins, que estão aí mais para demonstrar virtuosismo.
O TEU 1º GRUPO FORAM OS X-TEMA,PODES NOS DAR UMA BREVE HISTORIA DA BANDA?
Mais uma vez, vai parecer que eu fui mero agente passivo da minha vida, mas a verdade é que tudo não passou dum gajo (Pedro) que tocava bateria numa banda de metal e que começava a descobrir o punk. Vai daí, decidiu convidar um guitarrista e um baixista (dos VIP, a única banda punk que ele conhecia) e dar-me o toque para mandar uns berros. Aceitamos os três e começaram os X-Tema. Nos primeiros ensaios saíram logo duas músicas, fomos gostando uns dos outros, de ensaiar e estar juntos e a coisa foi-se construindo, sempre numa base um tanto ou quanto caótica, com semanas de ensaios intensivos e meses sem um som, sem um método único para fazer músicas. Mais ou menos como ainda hoje continua.
A QUE SE DEVEU O FIM DOS X-TEMA E O INICIO DOS TRASHBAILE?
Em primeiro lugar, X-Tema era um nome pouco feliz. Para além disso, havia um grupo de baile com o mesmo nome e, ainda por cima, começávamos a sair do punk enquanto referência única. Pareceu-nos lógico mudar de nome e como se estava a construir uma música em que uma parte mais melódica combina com uma mais agressiva, alguém soltou a possibilidade de Trashbaile, que pareceu bem a toda a gente. Mas não foi um corte radical, naquela do “vamos mudar de estilo e de nome”. Foi uma coisa gradual, o nome não agradava, as músicas novas já não cabiam na definição tradicional de punk... Por isso, se é verdade que se pode dizer que foi das cinzas dos X-Tema que nasceram os Trashbaile, por outro lado, não se pode dizer que os X-Tema estivessem em cinzas, porque eram as mesmas pessoas a fazerem exactamente a mesma coisa que estavam a fazer até então que, agora, se chamavam Trashbaile.
HÁ MUITAS DIFERENÇAS NO PANORAMA MUSICAL ACTUAL E QUANDO VOCES COMEÇARAM A DAR OS PRIMEIROS CONCERTOS?
Quando demos os primeiros concertos, creio que ainda não havia internet. Se havia, era coisa para nerds. Só por aí, podes ver como era diferente ter uma banda na altura ou tê-la agora. Para além disso, havia meia dúzia de bandas com quem poderíamos partilhar o palco e muitos poucos espaços que se dispusessem a aturar a nossa barulheira. Era tudo muito mais pequeno e muito mais atomizado, porque, sem net, o contacto entre Lisboa e Porto, por exemplo, era muito fraco. Mas tenho que dizer que acho que apanhamos o início duma fase nova, pelo menos no Porto, em que as mentalidades se abriam a coisas novas e em que a música extrema começava a atingir um número maior de pessoas. Disso também lucramos um pouco e acabamos por tocar pelo Porto mais do que seria possível pensar, por exemplo, cinco ou seis anos antes de começarmos.Hoje, não é um mar de rosas, mas uma banda que não esteja à espera de ser convidada consegue acabar por tocar um pouco por todo o país (por toda a península ibérica, se quiser) acabar por ter uma agenda de concertos preenchida (claro que, para nós, um concerto por mês é uma agenda preenchida).
AS VOSSAS LETRAS SAO BASTANTE COMPLEXAS E TRABALHADAS,DE ONDE TE VEM A INSPIRAÇAO?
Em primeiro lugar, nem todas as letras dos Trashbaile são minhas. Para as minhas, posso-te dizer que a primeira inspiração vem do mundo que nos rodeia. Do que me chateia e da esperança que tenho em alternativas. Podia inspirar-me no amor, nos corações partidos, em sexo, ou noutra merda qualquer. Mas, como sou amante de música com mensagem de combate, o que quero fazer é isso também. Em termos de inspirações mais pessoais, a gente gostaria sempre de conseguir escrever como o Zeca, o Zack de la Rocha, o Adolfo Luxuria Canibal, o Jello Biafra, o Sérgio Godinho, o Fausto, e tantos outros, mas acho que estou tão longe deles, que é quase insultuoso dizer que bebo muito dessas fontes, apesar de ser verdade.
QUAL FOI O CONCERTO MAIS MEMORAVEL COM X-TEMA E COM TRASHBAILE?
Para mim, os melhores e mais memoráveis concertos são sempre aqueles que fazemos com gente que partilha connosco certas formas de ver o mundo. Por isso, guardarei sempre os concertos na Casa Okupada da Praça de Espanha (X-Tema, Lisboa), no 2º aniversário da COSA (Trashbaile, Setúbal), na Zaragata (Trashbaile, Setúbal), na Kyla Kancra (Trashbaile, Setúbal) e, claro, na CasaViva. Houve outros memoráveis pelas peripécias ou por um ou outro pormenor, mas prefiro destacar sempre estes.
QUAIS OS VOSSOS PLANOS A MÉDIO PRAZO?(CONCERTOS,GRAVAÇOES,ETC)
Temos andado mais ocupados com concertos do que é costume. Por isso, os ensaios têm sido mais para afinar as músicas do que para criar coisas novas. No entanto, temos duas ou três coisas em acabamento e andamos cheios de pica para fazermos mais umas merdas novas para gravar. Entretanto, lançamos um CD ao vivo, dum concerto num bar do Porto, só por uma questão de registo histórico. Queremos fazer uma tour galega que já esteve marcada uma ou duas vezes e acabou sempre por ser desmarcada. E quanto a planos é isto.
USAS BAGAÇO PARA ENGROSSAR A VOZ OU TOMAS ALGUM TIPO DE DOPPING?
O problema é que, em tons mais elevados, a minha voz fica rouca. Não é uma vontade estética, é uma limitação. Mas procuro sempre tratá-la bem, com muito pouco álcool, é verdade, mas muita cafeína, muita nicotina e THC quanto baste.
SE O ALADINO TE CONCEDESSE 3 DESEJOS O QUE ESCOLHIAS?
Pedia-lhe apenas um, o de se auto-destruir e desaparecer para sempre, de forma a que as pessoas se deixem de se habituar à ideia de que os seus problemas (e os problemas de todos) são resolvidos por entes superiores, sejam deuses ou génios da lâmpada.
QUAL O TEU GRUPO PREFERIDO?
O meu grupo de amigos. Sem tangas, é uma pergunta de resposta impossível. O grupo que mais me marcou talvez tenham sido os Dead Kennedys, pelo que provocaram de alteração da minha forma de olhar para as coisas. Mas não posso deixar de referir também os Mão Morta, os Birthday Party ou os Sonic Youth, que tiveram, cada um da sua forma, uma importância fundamental na minha construção. Mas há muitas mais coisas de que gosto muito e há dias para tudo, de Dillinger Escape Plan a José Mário Branco, dos Blood Brothers a Pedro & Diana.
QUAL O TEU DISCO PREFERIDO?
Essa é mais fácil, porque foi o primeiro vinil de Dead Kennedys que comprei. Talvez porque o vinil seja verde ou talvez porque tem um lote de músicas fantásticas, acaba por ser o vinil que mais ouço e o disco pelo qual tenho mais carinho. É o Plastic Surgery Disasters.
O 1º CONCERTO QUE ASSISTISTE?
Acho que foi Roberto Carlos, no antigo Estádio das Antas, com os meus pais. Sintomaticamente, adormeci. Depois disso, por conta própria, o primeiro concerto a que assisti foi um festival de bandas rock galegas no pavilhão Infante Sagres. Um som péssimo, um ambiente fantástico, uma primeira experiência importante para nunca mais deixar de querer ir a concertos.
O 1ºDISCO QUE COMPRASTE?
Não faço ideia, mas talvez tenha sido qualquer coisa dos Dire Straits. Depois disso, quando comecei a comprar o que hoje considero música para os meus ouvidos, não tenho bem a ideia do que é que comprei primeiro. Entretanto, começaram a surgir os Cds e, aí, eu sei qual foi o primeiro, foi o Mutantes S21 dos Mão Morta.
QUAL A TUA CIDADE PREFERIDA?
Agora vem o cliché. É o Porto, sem dúvida.
QUAL O TEU PRATO FAVORITO?
A sopa de courgetes da Pi, a punheta de seitan do Cunha, o caldo verde da CasaViva, tofu na grelha com molho de azeite e colorau...Tantas cosas, que é melhor ir por outro lado. Não gosto de canela nem de favas e não suporto coentros. De resto, contem comigo, desde que não se esteja a contribuir para as destrutivas indústrias da carne ou do peixe.
A CASA VIVA TORNOU-SE NO PALCO PRINCIPAL DO PUNK NACIONAL E NAO SÓ,QUANTAS BANDAS POR LÁ PASSARAM E OS CONCERTOS QUE MAIS GOSTASTE?
Passaram mais de duas centenas de bandas. Ou melhor, houve mais de duas centenas de concertos, alguns com bandas repetidas. No fim de contas, pelo menos 150 bandas terão passado pela CasaViva. Muito punk, muito rock, algum noise, bastante experimentalismo, pouco hip hop. Houve, para mim, que não consigo assistir aos concertos todos, momentos muito altos. Cada concerto de Pedro & Diana é um fenómeno. Focolitus foi muito bom. Goodbye Diana foi fantástico. José Maŕio Branco foi especial também. E houve tanta mais coisa tão boa que é difícil responder mais do que isto sem ser injusto com algum esquecimento.
AGORA PARECE QUE O RITMO DA CASA ABRANDOU,A QUE SE DEVE ISSO?
Os concertos não são organizados, como sabes, pela CasaViva. Limitamo-nos a acolher bandas que nos contactem. Se há menos concertos, é porque há menos bandas a quererem tocar lá. Mas nem tem sido tanto assim. Tem havido concertos regularmente (menos em Agosto, quando nunca há actividades pela Casa), apesar de nem todos trazerem muita gente (o que quer dizer que não mexem com muita gente e que, portanto, talvez passem despercebidos). Houve uma altura em que a nossa relação com as forças de imposição da ordem nos fez, por protecção própria, desmarcar um ou dois concertos mas voltou logo tudo ao normal.Agora, se o ritmo da Casa em termos de concertos pode parecer ter abrandado, a verdade é que a Casa é, acima de tudo, um centro de activismo e, nesse sentido, que é o seu principal sentido, o ritmo tem andado pouco menos do que frenético. Neste momento em que respondo, a Casa está activamente envolvida nos dias de apoio a ocupações e espaços autónomos, nas comemorações dos 80 anos do Zeca Afonso, na Plataforma Abstencionista, no apoio aos arguidos do ataque ao campo transgénico em Silves, na luta pela não construção dum centro de congressos no Palácio de Cristal. Para além disso, mantemos duas sessões mensais de cinema grátis (cinema temático meio documental, meio de ficção), temos uma horta que já nos permite alguma alimentação sem depender das cadeias de supermercados e um laboratório hacker que nos permite ter computadores funcionais, net e telefone grátis para fornecer a quem precisar.
EU SEI QUE TU ÉS UMA FIGURA BASTANTE ACTIVA NAS CAUSAS DA CIDADE DO PORTO,O QUE MAIS E O QUE MENOS GOSTAS DA CIDADE?
Acho que toda a gente tem uma relação sentimental com a sua cidade que não se explica racionalmente. É onde temos raízes, onde sabemos onde comprar cordões para os sapatos, onde, a cada esquina, se escondem pedaços da nossa história individual. Por aí, digo-te que acho que o Porto é a cidade onde me sinto melhor e onde tento continuar a surpreender-me para renovar essa ligação afectiva.Em termos racionais, o que mais gosto é esta ligação que os portuenses têm à sua cidade e que os leva a, em tempos que considerem de perigo, a deixarem as suas vidinhas para virem lutar por ela. Viu-se isso, com maior ou menor intensidade, com maior ou menor ligação minha, no caso do Coliseu, do Rivoli, do Bolhão e, agora, dos Jardins do Palácio de Cristal. As pessoas foram ensinadas a serem egoístas e, no Porto, são-no como em qualquer outro lado. Mas há, às vezes acima disso, um sentimento de pertença a uma cidade e uma responsabilidade assumida de não deixar que lhe destruam traços que fazem com que ela nos seja tão querida.E o que menos gosto é o reverso dessa medalha, o outro lado duma cidade que gosta tanto de si própria que se fecha ao resto do mundo e acaba com um elevado grau de tacanhez e conservadorismo. Uma terra que elege um gajo como o Rui Rio para dois (ou três, logo se vê) mandatos não pode ser uma cidade mentalmente sã.
COMO CARACTERIZAS O RUI RIO?
Tenho que ter cuidado com o que digo, que isto é a cidade onde alguém decidiu escrever que Rui Rio era um energúmeno e acabou em tribunal. Mas estou em crer que o rapaz é meio adoentado. Não pelas cores pálidas, que essas parecem ser comuns a toda a gente que passa demasiado tempo nos corredores do poder iluminados a luz artificial, mas pelos tiques que demonstra na sua actuação pública. Parece daqueles serial killers que foram mal tratados em pequenos e precisam de sentir poder em qualquer situação. Vá lá que decidiu ir para a política e não para argumento do CSI. Mas gosta de poder. Utiliza-o de forma indiscriminada, se é que há outra forma de o exercer. Mas ele leva as coisas mais longe, acha que toda a crítica é malvada (grupo cultural que queira apoio da Câmara tem, por exemplo, que se comprometer a não dizer mal da autarquia), que todo o desacordo é estupidez (anda permanentemente a dizer que quem se opõe a algumas das suas ideias ou é estúpido ou tem má fé), tem sempre razão. Para além disso, e para abrilhantar a aura de pequeno ditador, cultiva a sua imagem (a revista da câmara parece uma sessão fotográfica d' El Rui Rio) e é populista, não se cansando de dizer que está ali para poupar no que é dispensável para dar aos mais pobres. O problema é que tem uma visão extraordinariamente pobre do que é dispensável (espaços para produções alternativas que chamem pouco público são fundamentais para a diversidade e o desenvolvimento humanos e, para ele, não merecem mais do que ir para Gaia, Maia, Matosinhos ou Gondomar para terem espaço para actuação). Não sei se é corrupto ou não. Sei que não há verdadeiros concursos públicos cada vez que o rapaz decide doar a privados espaços ou infra-estruturas municipais. Há uma espécie de ajuste directo. E o Rivoli foi para o La Féria, O Bolhão ia para uma empresa holandesa, o Mercado Ferreira Borges vai para o Hard Club e o Pavilhão Rosa Mota vai para um consórcio que tem, entre outros, a Parque Expo e os Amigos do Coliseu.
E O QUE PENSAS DE LISBOA?
Lisboa é uma terra lindíssima, de grandes recordações do início da minha vida punk, com o Gingão e a Juke Box no topo da lista das noites mais memoráveis.Não conheço Lisboa muito mais do que como turista. Não tenho uma relação como tenho, por exemplo, com Setúbal, onde vou várias vezes por ano. Mas gosto muito de lá estar e de muita gente que lá vive, alguns dos quais posso considerar amigos.Assim, de fora, parece-me que tem as vantagens e as desvantagens do Porto, mas invertidas. Ou seja, parece-me muito mais aberta e, ao mesmo tempo, menos propriedade sentimental dos seus habitantes. Se, por um lado, não há tanto o perigo da mesquinhez, por outro, não há uma capacidade de mobilização tão grande para causas da cidade, porque pouca gente acaba por sentir Lisboa como a sua cidade. Mas isto, repito, é uma análise com muitas limitações.
THRASH OU BAILE?
Assim à primeira, Trashbaile. Mas, se tivesse que ir para uma ilha deserta apenas com um, escolhia, definitivamente, o Trash.
VINHO OU CERVEJA?
Água fresca
CAMPO OU CIDADE?
Campo com cidade perto
FOZ OU ARAINHO?
Areínho
HULK OU BATMAN?
Nem Deuses, nem Génios da Lâmpada, nem Super Heróis




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KINKINELA
nao sei muito sobre esta banda de street punk/oi! de BILBAO,PAIS BASCO,a nao ser que a sua musica é excelente e que sao dos meus grupos preferidos no que toca a grupos que cantam em castelhano.nao sei o que têm as terras de EUSKAL HERRIA que parece que as bandas de lá sao todas altamente..

NABAT STENO & THE STAB

01-Scenderemo nelle strade
02-Laida Bologna
03-Lopez
04-Tempi nuovi
05-Italia degli sfruttati
06-Un altro giorno di gloria
07-Scenderemo nelle strade(Bis)
08-If the kids are united

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26 de setembro de 2009

garotos podres albert fish split

GAROTOS PODRES
01-a internacional
02-tô de saco cheio
03-aos fuzilados da c.s.n. (ao vivo)
04-arriba! arriba! (ao vivo)
05-rock de suburbio (ao vivo)
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ALBERT FISH
06-future
07-alone
08-copycat rebels
09-turning point
10-sindelar
11-yellow pinky
12-autista


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25 de setembro de 2009

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ROCK'N'ROLL .X-TORY

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  1. BLOOD FOR BLOOD-ace of spades (MOTORHEAD)
  2. the CRACK-all or nothing (SMALL FACES)
  3. OPPRESSED-cum on feel the noize (SLADE)
  4. SEXMACHINES-enola gay (O.M.D.)
  5. the PUNKLES-hard day's night (BEATLES)
  6. ANTI-ESTABLISHMENT-house of the rising sun (POPULAR)
  7. DAMNED-i feel alright (STOOGES)
  8. ABRASIVE WHEELS-jailhouse rock (ELVIS PRESLEY)
  9. RED ALERT-knocking on heavens door (BOB DYLAN)
  10. BLACK FLAG-louie,louie (RICHARD BERRY)
  11. SHAM 69-mister you're a better man... ( YARDBIRDS)
  12. SUBURBAN STUDS-my generation (THE WHO)
  13. TOY DOLLS-no particular place to go (CHUCK BERRY)
  14. the DICKIES-paranoid (BLACK SABATH)
  15. DEAD KENNEDYS-rawhide (FRANKIE LAINE)
  16. ANTI-HEROES-rock'n'roll nigger (PATTIE SMITH)
  17. L.A. GUNS-rock'n'roll outlaw (ROSE TATTOO)
  18. NEWTOWN NEUROTICS-stand by me (BEN E. KING)
  19. RAMONES-street fighting man (ROLLING STONES)
  20. ARGIES-surfin'usa (BEACH BOYS)
  21. DROPKICK MURPHYS-the kids are alright (THE WHO)
  22. VICE SQUAD-the times they are a changin (BOB DYLAN)
  23. 7 SECONDS-these boots are made for walking (NANCY SINATRA)
  24. D.O.A.-war (BRUCE SPRINGSTEEN)
  25. ANGELIC UPSTARTS-we gotta get out of this place (the ANIMALS)
  26. METEORS-wild thing (the WILD ONES)
  27. BULLDOG SPIRIT-won't back down (TOM PETTY)
  28. DIE TOTEN HOSEN-you'll never walk alone (POPULAR)

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